
Sob o sol de setembro eu revivo, eu reajo, eu ressôo, eu re-sou.
A reentrada da primavera me remete ao meu coração retinto
Recendendo ao velho perfume de calêndula que me
Reacende antigos outros perfumes-relíquias, um a um,
No refúgio imaginário dos reincidentes.
A reentrada da primavera me remete ao meu coração retinto
Recendendo ao velho perfume de calêndula que me
Reacende antigos outros perfumes-relíquias, um a um,
No refúgio imaginário dos reincidentes.
Lele!!!
ResponderExcluirVocê ARRASOU tanto nesta foto, que até ofusca a beleza do texto!
Você é o próprio sol.
http://meninadecachos.blogspot.com/
oi decote, tudo bem?
ResponderExcluirTexto lindo hein! E a foto... bom deixa pra lá né.
ResponderExcluirAdoro RRRRR
ResponderExcluirDou-lhe um tapinha na re-taguarda;
ResponderExcluirReajes mal.
Dou-lhe um beijinho no rê-go;
E não reajes.
Realmente! Nina tem razão!
ResponderExcluirQue foto linda!