Deitei-me sobre um intervalo de soluço, em meio a lembranças tuas e de hiatos de torpor.
As janelas do meu corpo não se fechavam e não houve silêncio ou escuridão suficientes
Para afogar a tua sombra que sabe a um passado incandescente, a um fogo que acalentava
E fazia adormecer.
Esta noite não cerrei os olhos, porém.
Minha alma não sabe dormir descoberta.
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é nega... se a alma não dorme a coisa fica feia, muito feia
ResponderExcluirCoisa mais linda essa canção, que interpretação sentida...
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